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Advogada Alliny Burich

propósito

Olhando com respeito e gratidão a missão daqueles que vieram antes de mim, em especial aos meus pais, e nos infinitos desdobramentos do amor, encontrei na advocacia familiar o meu propósito de vida profissional.

 

Sou advogada, especialista em Direito de Famílias e Sucessões com ênfase em Mediação Familiar, especialista em Direito Civil e Empresarial com ênfase em Planejamento Sucessório, com atuação exclusiva no Direito de Família e Sucessões, nas modalidades consultiva, preventiva, restaurativa e contenciosa.

 

Tendo como premissa o olhar humanizado ao Direito, com escuta acolhedora e respeitosa, buscando assim estratégias para a aplicação de métodos consensuais de gestão de conflitos através da mediação familiar e advocacia colaborativa.

 

Sou membro do Instituto Brasileiro de Famílias – IBDFAM e da comissão de Mediação, do mesmo Instituto e do Grupo de estudos de Práticas Colaborativas na Advocacia.

 

Professora Direito Civil, Estatuto da Criança e do Adolescente e Direito de Família.

 

Entusiasta, pesquisadora e palestrante de métodos consensuais de transformação de conflitos no Direito de Família.

 

Estou aqui para te orientar e facilitar no caminho para a solução de suas necessidades!

 

Gratidão!

Pesquisas revelam que o modo como um casal se comporta durante o divórcio tem um impacto muito maior nos filhos do que o próprio divórcio.

Partindo desta constatação necessário se faz pensar em modos dignos, eficazes e altamente estratégicos para gestão dos conflitos familiares.

“Buscamos uma postura pacificadora, humanizada, com visão sistêmica no atendimento ao cliente, tendo como premissa a aplicação de métodos de consensuais de resolução/transformação de conflitos”.

Advogada Alliny Burich

áreas de atuação

Mediação familiar

Na advocacia familiar, área em que atuo, percebo que os problemas discutidos via judicial convencional transcendem os elementos meramente judiciais. Muitas vezes, o conflito apresentado não se origina exclusivamente da natureza jurídica, mas de uma interdisciplinaridade, de cuja solução o direito por si só jamais dará conta, eis que as relações humanas são repletas de subjetividades.

 

Diante deste contexto, é possível utilizar-se dos meios consensuais de resolução de conflitos, prática cada vez mais utilizada e, ao meu olhar, o caminho primordial para a pacificação e humanização social do direito. É de suma importância compreender que o conflito é inevitável e inerente à condição humana, portanto, a questão não é como evitá-lo, mas sim como geri-lo. Não por acaso, o Novo Código de Processo Civil (Lei n. 13.105/2015) e a nova Lei da Mediação(Lei n. 13.140/2015) instituíram como princípio essencial do nosso ordenamento jurídico a promoção da solução consensual de conflitos. Colocando a autocomposição (resolução de conflitos entre pessoas e consiste em um dos indivíduos, ou ambos, criarem uma solução para atender os interesses deles, chegando a um acordo). Assim através da mediação familiar é possível alcançar inúmeros benefícios às partes, que vão da celeridade à transformação das relações.

Direito de Família

  • Consultivo, extrajudicial e judicial;
  • Divórcio;
  • União Estável – reconhecimento e dissolução;
  • Contrato de namoro;
  • Pacto antenupciais;
  • Anulação de casamento civil e religioso;
  • Medida cautelar de separação de corpos
  • Violência doméstica – Lei Maria da Penha
  • Alteração de regime de bens
  • Investigação e negatória de paternidade
  • Alimentos gravídicos;
  • Destituição do poder familiar
  • Adoção
  • Regulamentação de Guarda e Visitas – convivência
  • Autorização para viagem
  • Busca e apreensão de menor
  • Ações de alimentos (oferta, execução, exoneração, transitórios e compensatórios) de alimentos
  • Interdição, curatela
  • Dentre outras;

BIODIREITO

  • Reprodução medicamente assistida;
  • Gestação de substituição (“Barriga solidária”);
  • Os direitos do embrião e do nascituro;
  • Dentre outras;

Direito Imobiliário

Atuamos em situações acessórias ao Direito de Família e ou das Sucessões em procedimentos administrativos e processos judiciais envolvendo questões relativas a bens imóveis e negócios imobiliários.

  • Usucapião  – em especial usucapião familiar;
  • Bem de família;
  • Usufruto, Direito Real de Uso e Direito Real de Habitação
  • Adjudicação Compulsória
  • Imissão de Posse
  • Reintegração de posse após a consolidação da propriedade
  • Registros Imobiliários
  • Dentre outras;

Advocacia Colaborativa

 

Pesquisas revelam que o modo como um casal se comporta durante um divórcio tem um impacto muito maior na vida dos filhos do que o próprio divórcio. Assim surgiu as práticas colaborativas na advocacia, que consistem numa abordagem multidisciplinar, não adversal e extrajudicial de resolução de controvérsias. Através da manutenção da autonomia, fomentamos o diálogo produtivo e respeitoso, pautado no espírito colaborativo e na boa-fé, buscando acordos sustentáveis com os quais toda a família possa conviver.

 

Da mesma forma, as empresas familiares têm muito a se beneficiar com essa prática. Os conflitos familiares no âmbito das empresas, muitas vezes – e é natural que isso aconteça – sobrepõem aspectos subjetivos com aspectos objetivos, colocando em risco os negócios, razão pela qual necessitam de uma abordagem capaz de administrar com eficiência todos os aspectos que envolvem a controvérsia, de maneira ágil, econômica e confidencial. (Fonte http://praticascolaborativas.com.br/home/)

Direito Sistêmico

O Direito Sistêmico é, antes de tudo, uma postura. É uma nova forma de viver e de se fazer justiça, buscando o equilíbrio entre o dar e o receber, de modo a trazer paz para os envolvidos em um conflito. O Direito Sistêmico, em termos técnico-científico, é um método sistêmico-fenomenológico de solução de conflitos, com viés terapêutico, que tem por escopo conciliar, profunda e definitivamente, as partes, em nível anímico, mediante o conhecimento e a compreensão das causas ocultas geradoras das desavenças, resultando daí paz e equilíbrio para os sistemas envolvidos. Esse método procura a aplicação ao Direitos das leis sistêmicas: pertencimento, equilíbrio e ordem. Ele tem como fundamento e origem a Constelação Familiar do psicoterapeuta, filósofo e pedagogo alemão Bert Hellinger.

Para Sucessões

  • Inventários judiciais e extrajudiciais;
  • Arrolamentos;
  • Planejamento sucessório;
  • Doação de bens;
  • Testamentos;
  • Dentre outras;